Não existe solução para a sensação de incerteza e desorientação moderna
As eleições de 2022 nunca vão acabar. O Brasil viverá em agonia política de forma permanente, inclusive com a religião entrando na luta pelo espaço político, como a Europa viveu séculos atrás. Religião e ódio sempre foram parceiros na história. Mesmo que esse ódio seja um ódio bem-intencionado.
As eleições, cada vez mais, serão como gladiadores numa arena se matando, enquanto o povo berra à sua volta.
Não vou falar de política hoje. Quero chamar a atenção para uma ideia de um filósofo húngaro-americano, John Kekes, no seu livro “Wisdom” (sabedoria), sem tradução no Brasil. Para pensar a política hoje, e tudo mais, faz-se necessário que reconheçamos as condições que a modernidade nos impõe. Quais são essas condições da modernidade?
Leia mais (10/30/2022 – 23h21)
