Valeuzão, amigo!

Três caras grandes caminham na minha direção. O maior deles segura uma barra de ferro. Se quiserem me matar, me enterram no barranco atrás do posto, no km 231 da Dutra, ali por Guaratinguetá, e ninguém jamais saberá do meu paradeiro. (Talvez encontrem o carro, algum dia, em Assunção, no Paraguai).
Leia mais (12/03/2022 – 12h56)