Pluralidade no mundo da arte não reflete o status da crítica especializada

Fábio Lafa passou a juventude escutando música de artistas negros. Primeiro, rap e pagode. “Como moleque preto, morador de bairro periférico, era o que se ouvia no rádio.” Aos 15 anos, foi apresentado ao R&B e ao soul por um tio, que o fazia ouvir discos dos anos 1970 e falava sobre a história dos gêneros.
Leia mais (09/14/2019 – 08h00)