Na cidade capenga de vivência pública, qualquer evento de rua vira trégua

Chego pela República. “Freddie Mercury! Veio cantar?”. Não preciso olhar; sei que é comigo que fala o grupinho. “Ei Freddie! Tá com pressa?”. No saguão movimentado e barulhento do metrô, lanço um “sorry, it?s showtime”. Os três riem, felizes em associar o meu bigode ao líder do Queen. Para quem chegou receoso, com histórico de aperto em Viradas Culturais, o humor é bom cartão de visitas.
Leia mais (05/19/2019 – 22h56)