Leitores narram as suas piores experiências amorosas

Eu, feminista, filiada ao PSOL e militante; ele, apaixonado por armas, instrutor de clube de tiro e orgulhoso de suas convicções. Nos apaixonamos intensa e sinceramente. Conversamos, negociamos limites e tentamos. Houve respeito, admiração e desejo, mas as diferenças passaram a atravessar escolhas, projetos e o lugar de cada um no mundo. Foi a minha pior experiência amorosa, pois não terminamos por falta de amor: aprendi da forma mais dura que ele, sozinho, não basta.
Catarina Buendia (São Paulo, SP)
Leia mais (06/13/2026 – 20h30)