‘Império do bem’, obra de Irmã Dulce na Bahia quer crescer após canonização

“Não era um hospital, era como uma cozinha. Lembro que ela me deitou em um tapete e depois me deu um travesseiro”. Três lágrimas escorrem pelo rosto de Luiz Alves, 48, ao se lembrar de seu primeiro encontro com Irmã Dulce.
Leia mais (05/19/2019 – 14h56)