Galho que nasce torto…
Nada contra o anseio de congressistas e supremos magistrados de rever os atuais termos de financiamento das campanhas eleitorais. Está ruim mesmo. A correção pretendida em 2015, quando foram proibidas as doações de empresas, não teve o efeito saneador esperado.
Leia mais (10/14/2024 – 13h00)
