Filme sobre festa catastrófica demonstra facilidade da barbárie, dizem psicanalistas

Para dissolver o verniz de civilidade que embasa as relações sociais, não é preciso muito. Bastam situações-limite -momentos de desamparo, angústia e caos social- para trazer à tona o lado primitivo do ser humano, capaz de atos de barbárie e perversidade. Este foi o consenso de debate realizado ontem (10) pela Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e pelo MIS, com apoio da Folha.
Leia mais (09/12/2019 – 13h36)