Esperamos compaixão de líderes, mas Bolsonaro prefere a insensibilidade
Todo ano o rito se repete: retrospectivas, balanços e confraternizações por toda parte. Constato, contudo, que o tempo não é mais o mesmo. Atravessamos um ano -não qualquer um, mas um ano difícil- e quase não o vivemos por inteiro.
Leia mais (01/07/2022 – 13h00)
