De esparros e esbirros
Em recente coluna, Ruy Castro tratou dos esbirros de Bolsonaro. Antes definiu a palavra, cujo uso tinha sido guardado numa cristaleira desde os tempos da ditadura Vargas, para que não houvesse confusão com espirro. Em seus muitos sinônimos, esbirro é um guarda-costas, um capanga, um jagunço, um quadrilheiro e, modernamente, seu significado pode definir milicianos de Rio das Pedras com conexões em Brasília.
Leia mais (01/10/2022 – 19h49)
