Achados arqueológicos lançam nova luz sobre o horror da crucificação no Império Romano

É preciso um esforço tremendo de imaginação para que um ser humano do século 21 seja capaz de compreender plenamente o que significava ser crucificado 2.000 anos atrás. Não me refiro aos aspectos físicos do procedimento, embora eles sejam importantíssimos, é claro. Falo, em primeiro lugar, dos elementos simbólicos que estão por trás do ato de dar cabo de uma pessoa precisamente daquele jeito. Os milênios de cultura cristã, que transformaram a cruz em ícone ou mesmo adorno, embotaram nossa sensibilidade a esse respeito de modo quase irremediável.
Leia mais (04/16/2022 – 07h00)