33 milhões de responsabilidades
Quando pequeno, dona Fátima, minha mãe, me levava ao supermercado. Era um momento de muita angústia -embora disfarçasse bem com uma falsa alegria-, que meus desejos de tomar um iogurte, comer um hambúrguer ou uma simples pizza que eu via somente na TV alimentavam, com a esperança de um carrinho de compras que voltasse para casa com esses desejos de consumo realizados.
Leia mais (06/13/2022 – 22h34)
