Previstos em 15 mil, flamenguistas se adaptam a restrições no Qatar
Os vagões de metrô em que mulheres e homens viajam separados, o mercado com lojas para “espelhos e espadas” e a dificuldade quase intransponível de comprar cerveja são estranhas para a torcida do Flamengo. Mas os brasileiros vestidos de vermelho e preto, que falam alto e cantam em qualquer lugar que se juntem também são diferentes para os qataris.
Leia mais (12/15/2019 – 16h49)
