Perder meu corpo como forma de expressão é morrer um pouco, diz bailarina que reaprende a andar

A inércia já foi o maior medo da bailarina e coreógrafa Marina Abib, 34. “Amo a liberdade que a dança proporciona. Eu preciso apenas do meu corpo e nada mais”, disse em uma entrevista de 2018.
Leia mais (12/03/2022 – 07h00)