O que o futebol pode fazer é não ser mais espaço seguro para racistas

Raheem Sterling é muitas coisas: talvez o melhor jogador inglês de sua geração; um astro em seu clube, o Manchester City, e na seleção de seu país; uma voz ponderada mas insistente quanto à questão do racismo, no futebol e fora dele. Mas ele não é, e ninguém deveria esperar que fosse, um especialista nas complicações da política búlgara.
Leia mais (10/21/2019 – 08h00)