Médico hemofílico comanda ambulatório para pacientes com a doença

A escolha de um profissão para Rodrigo Yamamoto, 41, hoje já pós-graduado, tinha um princípio básico: ele queria ter uma certa independência, já que sempre correria o risco de ficar longos períodos longe do trabalho por causa dos constantes sangramentos ocasionados pela hemofilia. Na época, pensava em ser dono do próprio negócio.
Leia mais (04/17/2019 – 02h00)