Louca, frígida e neurótica

Essa semana dei uma entrevista sobre meu livro “Depois a louca sou eu” (que é de 2017, mas o programa de rádio resolveu colocar na lista das novidades), e o apresentador me pediu que contasse três casos em que fiquei, sem merecer os “louros”, como a maluca da história.
Leia mais (03/15/2019 – 02h00)