‘A ação das missões evangélicas é arrasadora’, diz estudiosa da tribo wari

?Os wari, etnia indígena do interior de Rondônia, não enterravam seus mortos ?eles comiam os cadáveres. Quando uma pessoa morria, os parentes a abraçavam e se colocavam embaixo do corpo durante dias. Aí, preparavam um fogo para assá-la. Os não parentes ficavam encarregados de comer o morto ?pedacinhos pequenos da carne assada, que era levada à boca com auxílio de pauzinhos. Fazer o corpo desaparecer era o único jeito de elaborar o luto e garantir que o morto iria para debaixo d?água, no fundo do rio, no além onde todos se tornam jovens e felizes de novo.
Leia mais (07/10/2019 – 21h18)