Defesa de segurança do Carrefour nega intenção de matar Beto Freitas ou motivação racista

A defesa do policial militar Giovane Gaspar da Silva, 24, um dos seguranças presos pelo assassinato de João Alberto Silveira Freitas, 40, conhecido como Beto Freitas, em uma unidade do Carrefour de Porto Alegre, nega a intenção de matá-lo ou motivação racista e levanta a hipótese de que a vítima pode ter morrido em decorrência de um ataque cardíaco.
Leia mais (11/22/2020 – 19h06)