Família de Beto Freitas critica uso político dos protestos pela sua morte

O assassinato de João Alberto Silveira Freitas, 40, homem negro espancado até a morte por seguranças em uma unidade do Carrefour em Porto Alegre, gerou uma onda de indignação na capital gaúcha, em São Paulo, Brasília, Curitiba e no Rio de Janeiro, onde manifestações pelo Dia da Consciência Negra se tornaram protestos pela morte. Mas, para familiares e amigos de Beto ou Nego Beto, entidades políticas e sociais tentaram se apropriar do ato.
Leia mais (11/21/2020 – 19h43)