Preferência por andar a pé subiu de 9% para 23% na pandemia
O relógio marca 4h30 quando a diarista Nalva Ribeiro, 56, inicia sua jornada desde o bairro Lajinha, em Ibirité, na Grande Belo Horizonte, até a zona oeste da capital mineira, onde trabalha. O caminho começa ainda no escuro, quando percorre a pé um trecho de cerca de 1,5 km para chegar até o ponto do primeiro ônibus. “Aí demoro uma hora até chegar ao centro e depois ando mais 20 minutos para pegar o segundo ônibus”, diz.
Leia mais (10/12/2020 – 23h45)
