O paradoxo do estagiário
Em quase todo escritório de advocacia, há uma cena que se repete: um estagiário diante de duas telas –ChatGPT numa, sistema do tribunal na outra. Copia o despacho, pede resumo, redige a minuta. Em 20 minutos faz o que, há cinco anos, levava uma tarde de pesquisa. Tudo funciona -e é aí que surge o paradoxo.
A pergunta que circula desde 2022 é se a inteligência artificial vai substituir advogados. É a pergunta errada. A IA não está acabando com a advocacia: Estaria dissolvendo o trabalho que serviu por décadas de porta de entrada -e de escola- para quem queria ser advogado.
Leia mais (05/09/2026 – 22h00)
