58ª Bienal de Veneza se firma como vitrine de planeta corroído
Uma nuvem de vapor engole o principal pavilhão da Bienal de Veneza à beira do mar Adriático. A neblina espessa esconde tudo ao redor. Na entrada da mais tradicional mostra de arte contemporânea do planeta, um túnel de fortes luzes brancas fluorescentes também cega os olhos de quem tenta chegar ao coração da megaexposição.
Leia mais (05/12/2019 – 16h00)
